Colégios de Iporá desenvolvem trabalhos de arte e artesanato com estudantes do AEE

Colégios de Iporá desenvolvem trabalhos de arte e artesanato com estudantes do AEE

O Colégio Estadual Elias de Araújo de Rocha, de Iporá, realizou no segundo semestre deste ano o Projeto ‘Fazendo Arte’, com os alunos do 2º ao 9º ano do Ensino Fundamental atendidos pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE). O projeto teve como objetivo desenvolver habilidades artísticas e vivenciar momentos de terapia por meio da pintura na sala de AEE.

Idealizado pela professora Rachel Sanchez de Souza da Silva, as atividades tiveram como tema a liberdade de expressão, e cada aluno teve a oportunidade pintar imagem escolhida. “A pintura é a prática do fazer artístico. É importante observarmos a atitude do aluno com relação à obra e qual a reação manifestada por ele. Em poucas palavras, é fazer arte utilizando pinceladas, arranjos, tons e cores, dando às obras um toque pessoal”, ressaltou a professora.

Desde o planejamento inicial até a finalização, o projeto teve o apoio da equipe gestora, coordenadoras pedagógicas e de turno, além de professores regentes, professoras de apoio, bibliotecária e professora do AEE.

No encerramento do projeto, no dia 3 de dezembro, houve uma exposição das obras no saguão do colégio, com o objetivo de ampliar o conhecimento dos educandos e descobrir novos talentos. O evento teve as presenças do artista plástico iporaense Miro Souza, da Coordenadora Regional de Educação de Iporá, Regiane Cândido, da Articuladora da Inclusão Wesilene Siqueira,  além de pais dos alunos do projeto e da comunidade escolar.

Cepi Osório

Seguindo a mesma temática, no  Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osório Raimundo de Lima foi desenvolvido o projeto ‘Artesanato com lixo e lixo que vira um luxo’, pela professora Eunice de Sousa Costa Almeida. A ideia surgiu por meio da ‘escuta educacional’, em que foi possível perceber o quanto os alunos com Necessidades Educacionais Especiais (NEE) precisam participar de aulas motivadoras e inovadoras.

O projeto foi considerado um divisor de águas no trabalho do AEE. Foi possível constatar o envolvimento e o desenvolvimento de alunos, com características de desatenção, hiperatividade e impulsividade, querendo se superar na criatividade, o que despertou nos professores a sensação de satisfação e realização pessoal.

Por meio de cada peça confeccionada, com material considerado ‘lixo’, foram trabalhados aspectos importantes para o desenvolvimento dos alunos com NEE, como autoestima, interação social, tônus musculares e coordenação psicomotora.

Marcley Rodrigues de Matos

Marcley Rodrigues de Matos

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